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Como foram os primeiros capítulos Medusa X.

Dois capítulos. Dois espaços diferentes. Duas narrativas sem repetição. A Medusa X tem menos de um ano de capítulos realizados — e já tem prova para mostrar. X-HEART aconteceu a 14 de Fevereiro de 2026 na Estufa Fria. X-TON aconteceu a 29 de Maio de 2026 no Palácio do Correio-Mor. Ambos esgotaram. Nenhum se repete.

Capítulo I — X-HEART. Estufa Fria. 14 de Fevereiro de 2026.

O X-HEART foi a primeira experiência imersiva da Medusa X em Lisboa. A narrativa chamou-se Beyond Love. Não sobre romance em sentido convencional — sobre o que o amor exige quando deixa de ser decoração. Desejo, coragem, rendição, cumplicidade.

O espaço foi a Estufa Fria: pedra, vegetação, humidade, sombra. 200 convidados. Jantar de 7 momentos com wine pairing. 30 performers em movimento durante a refeição. Welcome drinks com ambiente Dark Forest glam a partir das 20h15. Festa com DJ set e cocktails moleculares até às 03h.

100% dos convidados disseram que voltariam a um próximo capítulo. A Revista Lux, o Blog INParties e o NiT foram alguns dos meios que cobriram o evento.

Ver X-HEART em detalhe →

Capítulo II — X-TON. Palácio do Correio-Mor. 29 de Maio de 2026.

O X-TON foi construído em torno de um universo Regency: narrativa viva com personagens, baile, música ao vivo, jantar e acesso limitado a 100 convidados. O espaço foi o Palácio do Correio-Mor — um palácio português do século XVII em Loures, a poucos minutos de Lisboa.

A experiência incluiu personagens em cena desde o momento de chegada, jantar de degustação com serviço formal, baile com instructor, música ao vivo e momentos de narrativa integrada ao longo da noite. Esgotou antes do anúncio público chegar ao grande público.

O X-TON foi destacado pela Time Out Lisboa, NiT e MAGG. Ver cobertura de imprensa →

Ver X-TON em detalhe →

O que estes dois capítulos mostram.

Cada capítulo Medusa X usa um espaço diferente, uma narrativa diferente, um universo estético diferente. Não há formato fixo — há um nível de exigência fixo. O que se mantém constante: acesso limitado, integração entre gastronomia e performance, espaços com identidade, e noites que não se repetem.

Os dois primeiros capítulos estabeleceram que o formato funciona em Lisboa, que existe público com critério suficiente para reconhecer a diferença — e que esse público esgota os lugares antes de o evento ser amplamente anunciado.

O próximo capítulo ainda não foi anunciado.

Quem estiver na Private List saberá primeiro — antes de qualquer comunicação pública.

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Ver também: Experiências imersivas em Lisboa, X-HEART: o jantar imersivo que redefine a experiência gastronómica.

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